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terça-feira, 27 de agosto de 2013

AVALIANDO SUA COLEÇÃO DE MOEDAS E CÉDULAS

Fonte: numismática News
https://www.facebook.com/pages/Numism%C3%A1tica-News/245256245557224

Moedas brasileiras.

Antes de mais nada, a maior parte das moedas e cédulas são extremamente comuns e não possuem nenhum valor numismático!

A grande maioria das pessoas possui moedas ou cédulas antigas guardadas em casa, recebidas de herança, esquecidas em algum pote, saquinho ou mesmo caixinha de supostas “raridades”. E, como existem milhares de moedas e cédulas exatamente “iguais”, estas mesmas não possuem valor significativo para colecionadores.
Podemos dividir moedas de duas formas, por sua época (data), e por seu metal (ouro, prata, cobre, bronze, cupro-níquel, aço-inox, etc.).

- Moedas anteriores a 1850

Moedas de 1695 a 1850 têm maior chance de ter algum valor para colecionadores e estudiosos, porque nesta época, a cunhagem (fabricação/quantidade) de moedas no Brasil era ainda relativamente pequena e por isso existem poucas moedas. No entanto, existem moedas desta época sem valor para coleção:

Moedas de Cobre - anteriores a 1800: precisam estar em excelente estado de conservação para terem algum valor expressivo.

Moedas de cobre - após 1800: tem muito pouco valor, mesmo em perfeito estado de conservação.

Moedas de Prata de 1695 a 1849: que estejam gastas ou muito gastas tem baixo valor acima do valor intrínseco do metal, assim como as moedas de prata posteriores a 1850.


- Moedas anteriores a 1850 que têm valor expressivo:

Moedas de Ouro. Para que tenham valor acima do custo do metal, devem estar em estado de conservação superior. Neste caso, o valor pode variar de uma pequena fração até muitas vezes o valor do ouro da moeda (considerando-se duas coisas: Raridade e beleza). Moedas nesta categoria: 2000, 4000 e 6400 Réis da colônia e Reino Unido. As dobras, meio-dobrões e dobrões (12800. 10000 e 20000 Réis), entre outras.

Moedas de Prata de 1695 a 1849. Somente terão valor as moedas em estado de conservação superior, sem furos, tentativas de furo, soldas, arranhões, ou outros danos. Incluem-se aqui moedas do 1º Sistema monetário Brasileiro (1695-1833) as chamadas “patacas”. Ex: 20, 40, 80, 160, 320, 640 e 960 Réis e também as da Série do tipo “Jota”: de 75, 150, 300 e 600 Réis.

Moedas do 2º Sistema Monetário Brasileiro (Série dos Cruzados) com valores de 100, 200, 400, 800 e 1200 Réis que circularam de 1834 a 1848, dependendo do seu estado de conservação, é claro.

Moedas de Cobre, principalmente de 1695 a 1750, que estejam em estado de conservação excepcional.

- Moedas posteriores a 1850

A grande maioria das moedas, com pouquíssimas exceções, não possui valor significativo.

Moedas de níquel (ou cupro-níquel) 100, 200, 300 e 400 Réis datadas de 1871 a 1935.

Moedas de Bronze de 20 Réis e 40 Réis, de 1869 a 1915.

Moedas “Amarelas” (liga de bronze/alumínio) da década de 30 até 1965 de 500, 1000 e 2000 Réis e posteriormente de 10, 20, 50 centavos e 1, 2, 5 Cruzeiros.

Moedas de aço-inox de 1967 em diante.

- Moedas posteriores a 1850 que têm valor expressivo:

Moedas de OURO. Na maioria das vezes, incluidas quase todas as moedas de ouro do 2º Império (de 1850 em diante), valem apenas o valor do metal. Por exemplo, uma moeda de 20 mil Réis de ouro de D. Pedro II data de 1851 a 1867 vale o que pesa multiplicado pelo valor do ouro do dia.

Moedas de PRATA. Assim como as de ouro, com raríssimas exceções, moedas de prata desta época “valem quanto pesam”. Consideramos nesta categoria as seguintes moedas:
- Moedas de 200, 500, 1000, e 2000 Réis do Império de 1849 a 1889.
- Moedas de 500, 1000, 2000, e 5000 Réis da República de 1889 a 1936.
Sendo assim, para qualquer moeda desta época, consideramos o peso da moeda multiplicado pelo valor da prata.

Cédulas Brasileiras.

Para as cédulas a regra é mais fácil, porque o número de cédulas existentes é muito menor.

Em circulação no Brasil a partir do início do século XIX, somente foram usadas mais correntemente a partir de 1870.

As cédulas do Brasil podem ser divididas em duas épocas:

Cédulas do Padrão Réis ou Mil-Réis (1833 – 1941):

Valores faciais das cédulas: de 500 Réis até 1 Conto de Réis (1.000.000 de Réis).
Cédulas deste tipo devem estar em ótimo estado de conservação para terem algum valor importante. O papel deve ser firme, não podendo haver rasgos, manchas, dobras, restauro, amassados, ou qualquer defeito.

Cédulas do Cruzeiro ao Real (1942 em diante):
Estão incluídas aqui todas as variações monetárias, inclusive:Cruzeiro, Cruzeiro Novo, Cruzado, Cruzeiro Real, etc. Com raríssimas exceções, nenhuma cédula deste tipo tem qualquer valor, mesmo estando “nova” como se tivesse sido retirada do banco. Por exemplo: freqüentemente encontramos “pacotes” ou “tijolos” com 100 cédulas que, para a surpresa de leigos, valem cerca de R$0,10 (10 centavos) cada cédula

Moedas e cédulas estrangeiras:

Moedas posteriores a 1900 (com exceção das de ouro e poucas de prata) a chance de não ter valor nenhum é perto dos 100%. Isto serve para qualquer país, mesmo para os mais exóticos.

Na grande maioria, as moedas estrangeiras que as pessoas encontram “esquecidas” em casa, não passam de “troco de viagem”, sem nenhum valor importante.

Isto também vale para as cédulas, salvo peculiaridades muito específicas ou quando forem de alto valor facial (não para cédulas de períodos de inflação).

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Volta a Caserna



No dia 24 de agosto de 2013, o 12º GAC de Jundiaí e a 2ª CIA Com L de Campinas em Jundiaí, promoveram a 16ª Edição do Volta à Caserna. 

O Clube Filatélico Jundiaiense esteve presente com a exposição de selos "Forças Armadas Brasileiras" de autoria de Jorge André Pregun e a coleção de fotografias "Desfile do Sesquicentenário da Independência do Brasil" de Ivanir Barbosa.

Segue fotos tiradas no evento:



 Sócio juvenil Renato Gaia Pregun



Presidente do Fijun e o Comandante do 12º GAC, Ten. Cel. Luciano Antonio Sibinel

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Palestra: "Ferrovias baianas no início do século XX e seus carimbos ambulantes"



No próximo sábado (10), o Centro Temático de Campinas (CTC) promove uma palestra que vai abordar o tema: "Ferrovias baianas no início do século XX e seus carimbos ambulantes". O evento começa às 10h e será na Agência Filatélica dos Correios, localizada na Avenida Francisco Glicério, 889.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Dia do selo

Hoje comemora-se o dia do selo no Brasil. No dia 1º de agosto de 1843 o Brasil mudou a forma de pagamento da correspondência. Ela deveria ser paga antecipadamente na forma de um pequeno pedaço de papel gomado. Antes, o pagamento era realizado no destino e de acordo com a distância e o meio empregado no transporte. Com esta gigantesca reforma postal nasciam os famosos Olhos de Boi, que começaram a circular no Rio de Janeiro (Corte) no dia 1º de agosto de 1843.


É ainda uma data especial porque comemora-se 170 anos do primeiro selo brasileiro. Os correios para homenagear esta data e a Brasiliana 2013, lançaram um selo e um bloco comemorativos:


seloolhodeboi90reis                         blocobrasiliana2013

Também 2 carimbos:
carimboolhodeboi90reis                              carimbo170anosselopostal


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Cemitérios Brasileiros – Patrimônio Cultural


Edital nº 15
Artista: Fabio Lopez
Processo de Impressão: Ofsete + cor especial
Folha: 24 selos, sendo 6 de cada motivo
Papel: Cuchê gomado
Valor facial: R$2,00 cada selo
Tiragem: 600.000, sendo 150.000 de cada motivo
Área de desenho: 38mm x 38mm
Dimensões do selo: 38mm x 38mm
Picotagem: 11,5 x 11,5
Data de emissão: 17/8/2013
Locais de lançamento: Mucugê/BA,
Arez/RN, Campo Maior/PI e Belém/PA
Impressão: Casa da Moeda do Brasil

A quadra focaliza, artisticamente, elementos essenciais de cemitérios brasileiros tombados como patrimônio
cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O Cemitério de Arez (RN) foi representado por um detalhe de seu portão tombado. O Cemitério do Batalhão (PI), por algumas sepulturas e uma árvore, destacando a beleza e a simplicidade do lugar. As sepulturas brancas à frente do fundo montanhoso são os elementos destacados do Cemitério de Santa Isabel (BA). O selo alusivo ao Cemitério da Soledade (PA) traz em detalhe a imagem de uma das muitas estátuas que ornamentam o local. O uso da cor prata dá aos selos um caráter de relíquia e preciosidade, valorizando a percepção dos cemitérios a serem preservados como patrimônio cultural. A técnica utilizada foi ilustração vetorial.

BRASILIANA 2013: Olho de boi 90 Réis 170 Anos do selo postal brasileiro



Edital nº 13

Selo:
Arte: G. Tardin
Processo de Impressão: ofsete + cor
especial dourada + calcografia
Folha com 28 selos + 02 vinhetas
Papel: cuchê gomado
Valor facial: R$2,90
Tiragem: 600.040 selos
Área de desenho: 30mm x 40mm
Dimensão do selo: 30mm x 40mm
Picotagem: 12 x 11,5
Data de emissão: 1º/8/2013
Local de lançamento: Rio de Janeiro/RJ
Impressão: Casa da Moeda do Brasil

Bloco:
Arte: G. Tardin e Juliana Souza
Processo de Impressão: ofsete +calcografia + cores especiais bronze no selo de 30 réis, prata no selo de 60 réis e dourada no selo de 90 réis
Bloco com 03 selos
Papel: cuchê gomado
Valor facial: R$3,15 cada selo
Tiragem: 150.000 blocos
Área de desenho: 30mm x 40mm
Dimensão do selo: 30mm x 40mm
Dimensão do bloco: 137mm x85mm
Picotagem: 12 x 11,5
Data de emissão: 1º/8/2013
Local de lançamento: Rio de Janeiro/RJ
Peças filatélicas: Cartão-postal e Envelope de 1º Dia de Circulação
Tiragem:
Cartão-postal: 9.000 mil
Envelope de 1º Dia de Circulação: 9.000 mil
Impressão: Casa da Moeda do Brasil

Essa emissão celebra um dos maiores marcos históricos das comunicações postais brasileiras, o surgimento do selo, e divulga a Exposição Filatélica Mundial BRASILIANA 2013. O selo 90 réis na cor dourada é o último da série iniciada em 2011 para comemorar os 170 anos do selo postal brasileiro. O bloco, que apresenta a releitura dos selos de 30, 60 e 90 réis, com o fundo nas cores bronze, prata e ouro, indica a culminância da série. São inúmeros os selos que trazem na composição de sua arte o Olho de boi, reconstruindo a memória postal e filatélica, mantendo-a viva e em conexão com os acontecimentos atuais. Além disso, reitera a importância do selo para as comunicações nacionais e internacionais. Essa releitura aparece já em 1943, no centenário do Olho de boi, em um bloco no qual constam as imagens do Imperador D. Pedro II e do Presidente Getúlio Vargas. Em 1981, o Olho de boi é focalizado no contexto da comemoração dos 50 anos do Clube Filatélico do Brasil. Nesse caso, os três selos foram colocados ao lado de um envelope e de uma asa, como uma forma de expressar o intercâmbio que o Clube faz entre os filatelistas para a troca de selos. Em 1983, o Olho de boi é novamente lembrado pelos seus 140 anos e divulga a BRASILIANA, uma das mais expressivas exposições filatélicas mundiais realizadas no Brasil. Em 1990, o Olho de boi, em sua versão de 30 réis, figura em um bloco ao lado do “Penny Black”, primeiro selo postal inglês, que, à época, completava 150 anos. O bloco também é composto pelas figuras da Rainha Vitória, de D.Pedro I e de Rowland Hill. Surge, mais uma vez, em 1993, em duas ocasiões: em um bloco divulgando a BRASILIANA 93 e na série de selos com os personagens da Turma da Mônica, ambos comemorando os 150 anos do selo postal brasileiro. A homenagem aos 170 anos do Olho de boi, nesse ano de 2013, consolida a tradição de sempre evidenciar os primeiros selos brasileiros por meio de outras emissões, com o intuito de torná-lo presente nos cenários filatélicos, especialmente por seu valor histórico frente à Filatelia universal. Certamente, tal tendência prosseguirá no futuro, uma vez que essas representações são formas de afirmar a importância cultural e institucional do selo postal e da Filatelia, tanto
nos seus primórdios quanto em tempos modernos.

Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos